Mostrar mensagens com a etiqueta Divagações. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Divagações. Mostrar todas as mensagens

25.10.07

Frase do dia

"Espero que quando a inspiração chegar me encontre acordado."

Tropecei nesta frase de Picasso e apropriei-me dela para hoje e sempre. Porque acredito que a inspiração, ao contrário de muitas outras coisas nesta vida, não se procura. Ela é que nos acha.

4.9.07

Viver e aprender

E ainda há quem diga que não se aprende nada a ver televisão. Pois eu, viciado, me confesso. Numa noite ínsone, dei por mim a ver um daqueles programas comprados a metro da Oprah e então não é que fiquei a saber o seguinte: as grandes empresas norte-americanas deslocaram os seus call centers, por motivos óbvios de redução de custos, para a ... Índia! Isso mesmo, a Índia! Assim, sempre que querem mandar vir com a companhia de seguros ou reclamar com as taxas exorbitantes do seu cartão de crédito, os cidadãos norte-americanos fazem-no com operadores indianos, na sua maioria mulheres - o que, parece, está a provocar uma verdadeira revolução nos costumes locais, pois devido à diferença horária entre os dois países, essas mesmas operadoras são "forçadas" a trabalhar durante a madrugada e a deixar de lado um papel que lhes cabia tradicionalmente na hierarquia familiar. Não fosse isto, e uma piada sobre os mesmos call centers indianos ter-me-ia passado completamente ao lado num dos episódios do seriado O.C., que acompanho também sempre que o sono tarda a vir.
Agora digam lá se não há vida inteligente às tantas da manhã num serão televisivo?!

30.7.07

Sorte

A semana começa trazendo consigo a canícula dos dias que ficaram para trás. Eu sei que andámos a pedir, a clamar por um Verão digno desse nome, mas, por mim, não precisava ter chegado com tudo. Salve-se a rara oportunidade de me proporcionar umas noites amenas, que me lembram a infância e a mais tenra juventude, e vão sendo escassas nos dias de hoje. E tudo o que apetece agora é ficar longe do trabalho (impossível para já), ficar a ver a vida correr sem pressas, sair para a rua, colocar uma mesa ao ar livre e ficar à conversa com pessoas de quem se gosta. Tudo regado com muita sangria, de preferência branca ou de espumante, bem gelada! Como música de fundo pode ser esta que descobri, faz pouco tempo, da Vanessa da Mata com o Ben Harper. Adoro. Boa Sorte. Boa semana!

11.7.07

A propósito



Falei em despedidas e na necessidade de seguir em frente, rumo a um novo caminho. Alguém entendeu a mensagem e mandou-me este trecho de Fernando Pessoa:

“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas que já têm a forma do nosso corpo e esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia…e se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.”

Nem de propósito.

9.7.07

De volta ao aconchego

(Morro do Pai Inácio, Chapada Diamantina, Bahia, D.R.)


Ponto um
Eu sei que a Luana é bonita e tal, mas que abusei da vossa paciência ao deixá-la aqui por mais de duas semana sem postar nada de novo. Que saibam: as vossas reclamações foram devidamente registadas. E só por causa disso não vou colocar o ensaio fotográfico que a a moça fez para a revista Trip por ocasião dos seus trinta anos. Sim, ela também já chegou lá...

Ponto dois Fui contrariado, mas voltei da Bahia com o axé em cima. Para os que, como eu, julgavam que axé era só um tipo de música, saibam que axé, antes de mais, é sinónimo de astral. Bom astral. Gostei particularmente das caminhadas que fiz na Chapada Diamantina (o Morro do Pai Inácio, onde é preciso subir uns bons 15 minutos para chegar ao topo e ter aquela vista maravilhosa da foto de bandeja, está de prova) e dançar forró na véspera de São João nos bailes de Lençóis. Se julgam que o São João do Porto mobiliza muita gente, então não imaginam a confusão no Nordeste brasileiro à conta das festas joaninas.

Ponto três Chegar a casa é bom. Muito bom. Sobretudo porque consegui escapar às greves loucas dos controladores aéreos brasileiros, que têm deixado o país apeado nos aeroportos. O pior foi que, à chegada, me dei conta de que o trabalho deixado para trás continuava por fazer, à minha espera com um sorriso cínico nos lábios. E ai foi duro. Muito duro o regresso à normalidade.

Ponto quatro Não tive pachorra para assistir à Gala Maravilha (que de maravilha teve muito pouco a avaliar pelas gaffes, mas enfim...), mas espreitei para saber as eleitas em Portugal e no Mundo. Como disse mais do que um jornalista ali presente, esta iniciativa vale o que vale. Temos de pensar nela como uma estratégia de marketing e como uma curiosidade. Nesse sentido, fiquei feliz por o Cristo Redentor ter sido eleito - mas é o coração a sobrepor-se à razão, reconheço-o sem pudor. Parece que do outro lado do Atlântico (e também deste, eu votei), levaram a sério Lula e o seu slogan "Vota Cristo".

Ponto cinco Há coisas que são inevitáveis. E como inevitáveis que são, o melhor é despachá-las enquanto estão quentes. Eu e M. abdicámos de um domingo que estava melhor para a praia e fomos cumprir a nossa "obrigação" cultural (nós e mais umas largas dezenas de pessoas, que quiseram aproveitar ser à pala até dia 15). Está visto. O Museu Berardo, digo. Não me vou alongar a tecer considerações sobre o senhor nem se o país precisa ou não desta colecção. É um espólio considerável, a não desprezar em qualquer parte do mundo, mas não gostei de duas coisas: irrita-me que, de futuro, o CCB fique sem espaço para outras exposições maiores, caso da famosa World Press que era já um clássico ali; saí de lá também com a impressão de que o espaço e a disposição da colecção foram improvisados. Nota-se, à légua, que aquele espaço não foi pensado, de raiz, para acolher este espólio.

Ponto seis Sabe igualmente muito bem terminar uma tarde de sol virado para o rio, a ver literalmente os barcos passarem, deitar conversa fora e matar a sede. Só me arrependo de não ter bebido um mojito, mas a M. lançou-me um olhar reprovador. Afinal, ela sabe que não andei movido a água por terras de São Salvador.

18.6.07

A musa e o baiano


Confesso: a Luana Piovani já me encheu as medidas, ao ponto de certa vez - não me orgulho disto - ter arranjado maneira de a entrevistar em Nova Iorque a pretexto de uma guia que estava a fazer na altura. Enfim, o tempo passou e com ele foi-se parte do encanto. Continuo a achá-la linda , mas perdi a paciência, pois beleza não é tudo.

Estou habituado a ver Piovani ser notícia pelos piores motivos, mas, ultimamente, ela fez a chacota geral ao ter sido desmentida publicamente por Caetano Veloso, que negou ter sido ela a musa inspiradora de uma das suas músicas. A estória tem rendido rios de tinta e troca de galhardetes, mas Luana nunca deu o braço a torcer e foi mesmo ao cúmulo de, numa entrevista à revista Trip (edição de Maio), lavar a sua honra em praça pública: "Era um Deus e descobri que era um banana de pijama (...) Para mim ele morreu, está sepultado. Não posso acreditar que um cara de 65 anos faça uma galhofa dessa".

Mas eis que, agora, Caetano decide voltar atrás e admite: "Pela primeira vez vou dedicar essa música a Luana. Eu não a desmenti, como disseram. Há dois anos, quando compus a música, disse a ela que foi parcialmente inspirada nela. Mas Luana se precipitou e contou antes de me consultar". Não sei qual dos dois ficou pior no retrato, se a musa, se o cantor...

4.6.07

Hoje é segunda, mas ontem foi domingo

Domingo de sol. Acordo quase à hora de almoço, como gosto. Tenho a casa por minha conta. Vou para a cozinha. Acendo a televisão. No VH1 está a passar um concerto dos Duran Duran em versão acústica. Parece que foi ontem. Enquanto preparo o ratatouille - que deve ser para ai a coisa mais elaborada que eu consigo fazer frente a um fogão -, dou por mim a trautear: Who do you need / Who do you love / When you come undone.

Despacho-me o mais que a preguiça domingueira permite, mas, ainda assim, chego cinco minutos atrasado ao ponto de encontro. M. aponta para o relógio. A seu ver, sou um caso perdido. E não estou a falar apenas de pontualidade.

A feira está concorrida. Atacamos primeiro os corredores do lado esquerdo, sabendo, de antemão, que os mais interessantes estão do lado direito (isto para quem vem do Marquês). Não vemos nada de muito transcendente, mas conseguimos comprar uma ou duas pechinchas - Ian McEwan ou Salman Rushdie a cinco euros são uma pechincha, bem como O Estorvo de Chico Buarque a quatro. A dada altura, vislumbramos um dos nossos primeiros patrões. Um tipo execrável, que gosta de pousar de bom samaritano para quem não lhe conhece os podres. Está precocemente envelhecido e pançudo. Não disfarçamos o risinho cínico.

Apetece-nos lanchar. Lisboa ao domingo parece um deserto (que o ministro Lino não me ouça!). O Café da Lanidor, que tanto jeito nos dava a meio da avenida, está fechado. Raios os partam. Engano M., que gosta muito pouco de andar a pé, e consigo que vá até ao Chiado. Barafusta, mas vai. A minha ideia é boa, mas, como (quase) sempre, tropeço na minha habitual desorientação. Mesmo na cidade onde nasci. Não consigo dar com a porra do largo onde é suposto ficar o café que quero mostrar a M. Quando o acho, está fechado. Para variar.

Nem tudo está perdido. Meio ao acaso, damos com um outro, também recente por aqueles lados, que se revela simpático. Instalamo-nos numa mesa junto a uma janela, aberta de par em par, virada para a rua. Está-se bem. Como já passa das sete e M. não gosta de chá - ninguém é perfeito! -, pedimos uma tábua de queijos. Ia bem um copo de vinho a acompanhar, mas M. vai conduzir a seguir e eu tenho sede. Bebo antes uma cerveja.

O resto da tarde vai-se por entre os dedos, entre um pedaço de parmesão, um cigarro e muita conversa. Nunca nos falta assunto. Brindo a isso.

Volto para casa sem fome. Na televisão passa um filme que já vi, mas que não me importo nada de rever. Traffic. Deixa-me a pensar na vida, mas não deprimido. Gosto de filmes assim.
Hoje é segunda-feira... mas, sabem que mais, ainda nem dei bem por isso.

1.6.07

Bom fim-de-semana (outra vez)!

(Cena de O Paciente Inglês, direitos reservados)

Até parece que a semana passou a correr, mas não é bem assim... Enfim, a travessia do deserto acabou por durar mais do que o previsto, mas não há razões de queixa. Não faltaram oásis como porto de abrigo. Agora, mais um fim-de-semana à porta. O tempo promete. Aproveitem bem!

25.5.07

Bom fim-de-semana!



A travessia do deserto. O senso comum habituou-nos a encará-la como uma provação, um tempo de aridez nas nossas vidas. Acontece que eu adoro desertos. Sou mesmo fascinado por eles. Exercem em mim um efeito quase hipnótico. Logo, atravessar um deserto pode ser sinónimo de descoberta, de um tempo de reflexão. Sobretudo se tiver tempo para ficar quieto. O deserto é também um ponto de encontro. Pode até parecer que estamos sozinhos, mas não estamos. Outras almas errantes fazem igualmente a sua caminhada. E no deserto, porque todos querem e precisam sobreviver, nunca falta quem nos estenda a mão.

18.5.07

Bom fim-de-semana!

Parece que, a partir de amanhã, o tempo já não será mais o mesmo. Vai daí, e porque estes dias de Verão temporão assim o justificam, esta tarde vou agarrar nas minhas coisas e mudar o meu estaminé para uma esplanada à beira-rio. Até já estou mesmo a ver qual.

7.5.07

Segunda-feira


Eu sei que é segunda-feira e que manda a tradição queixarmo-nos da vida, de como é duro voltar ao trabalho, à rotina, ao corre-corre, ao trânsito... Mas sabem que mais? Não estou nem ai. Para mim, hoje está um belo dia para não fazer nada. Um belo dia para me deitar numa rede e ficar a ver a vida passar. Sem pressas.

4.5.07

Bom fim-de-semana!

(Muro de Berlim, direitos reservados)

Passaram mais de 17 anos sobre a queda do ignóbil Muro de Berlim, mas o mundo assiste, hoje, com alguma indiferença à construção de outros muros da vergonha entre os EUA e o México, Israel e a Palestina, Arábia Saudita e o Iraque, a China e a Coreia do Norte. Às vezes, dá-me a impressão que a Humanidade por cada passo em frente recua outros dois.
Tenham um bom fim-de-semana!

3.5.07

Um simples café


É impressão minha ou está cada vez mais difícil marcar um simples café com alguém? Andamos todos tão atarefados que, parece-me, só encontramos mesmo tempo para umas SMS's rápidas e para conversarmos frente a um computador. É uma pena.

30.4.07

Bloody Monday!

(Alan Keohane, direitos reservados)


Uma segunda-feira não o deixa de ser só porque, de repente, aparece espremida entre um domingo e um feriado nacional, mas lá que ajuda, isso ajuda.
Só mais uma coisa: descobri o fotógrafo Alan Keohane numa viagem a Marraquexe, que tive agora a alegria de reencontrar na Net (abençoada!), e fiquei fascinado pelo seu trabalho. Até me cansar, não se admirem de o ver por aqui nos próximos tempos.

27.4.07

Bom fim-de-semana!

(Alan Keohane, direitos reservados)



Hoje acordei com saudade do que ainda não vivi, de quem ainda não chegou, dos lugares onde ainda não estive. Há dias assim, em que o hoje já não nos basta mais.

17.4.07

Post it!

  • Tentar não ouvir mais de uma vez na rádio a música Chasing Cars, dos Snow Patrol. Gosto muito dela e não queria correr o risco de me enjoar de tanto a escutar. Será que dá para variarem um pouco de repertório, please?
  • Arranjar coragem para me meter na fila dos impressos do Bilhete de Identidade. Sou tão organizado, mas tão organizado, que não contente em deixar caducar o B.I., também deixei caducar o passaporte... Logo eu que até não preciso de um nem de outro...
  • Queimar mais umas calorias da Páscoa no ginásio. Sempre é melhor do que ficar em casa e, no meio de um zapping, ter o infortúnio de dar de caras com a dupla mais insuportável da televisão portuguesa (ainda pior que o Malato e a Merche Romero). Estou a falar da Rita Ferro Rodrigues e do Nuno Graciano. Sejam sinceros, é má vontade minha ou aqueles dois são mesmo do piorzinho que já nos apareceu pela frente nos últimos tempos?
  • Mais um episódio de Oz na Sic Radical. Afinal, aquele canal sempre serve para alguma coisa desde que os Gatos Fedorentos se puseram a andar....
  • Não posso perder mais um capítulo emocionante do folhetim "Sim, sr. engenheiro". Para hoje, os argumentistas, que bem puxam pela cabeça para nos manter colados ao ecrã, prometem revelações bombásticas. Diz-se que vai meter cofre blindado e tudo! Ena, ena, mas agora eu pergunto: não fizeram o mesmo com o final previsível de uma novela da TVI?
  • Vem ai a segunda temporada da Floribella. Salve-se quem puder!
  • Marcação no dentista ao final da tarde. Há melhor maneira de terminar um dia de sol? Qual quê, já me estou a ver deitado na cadeira, de boca aberta, com um tubo enfiado, a língua dormente e uma luz incandescente apontada aos olhos. Depois, o barulho da broca. Tudo em câmara lenta. Fecho os olhos. Pura magia.

Para M.R.

  • O mais importante de tudo: não me posso esquecer de desejar FELIZ ANIVERSÁRIO a uma amiga muito querida. Já nos conhecemos há anos, mais de dez se a memória não me atraiçoa. Ao longo do tempo, houve períodos em que mal nos vimos, mas nunca perdemos o contacto nem a afinidade. Miúda (só não coloco aqui o teu link porque não sei se gostarias...), que contes muitos! Sei que o melhor presente de todos já ganhaste (para quando a prometida festa de inauguração?), mas achei uma ilustração do Jordi Labanda que é a tua cara. Audrey Hepburn, eu sei que tu adoras, no seu melhor. Não te convido a tomar o pequeno-almoço no Tiffany's, mas levo-te, se quiseres, ao Majestic já no próximo sábado. Combinado?

26.3.07

Contas à vida

(Ponte sobre o Tejo, Lisboa, direitos reservados)

No dia em que este blogue comemora quatro meses de existência, deixo-vos uma vista sobre o Tejo. Este não é, nem nunca foi, um blogue político, mas é um blogue de opinião. Como tal, a ponte sobre o Tejo, que é como eu prefiro chamá-la, não aparece aqui hoje por acaso. Ontem, mais de 30 anos passados sobre a sua morte, uma franja significativa de cidadãos deste meu País entendeu eleger António de Oliveira Salazar como o maior português de sempre. Um concurso televisivo vale o que vale. Mas não deixa de ser preocupante, por mais descontentes que as pessoas estejam com o rumo de certas coisas, que se entenda dar este epíteto a alguém que, entre outras frases lapidares, nos deixou a seguinte máxima: "Um povo culto é um povo ingovernável". Mais palavras para quê.

12.3.07

O regresso

(Azeitão, JMS)

Depois de um fim-de-semana no campo, que não foi de todo passado de papo para o ar, não está fácil o regresso à rotina... Mais uma semana a começar, mais uma segunda-feira e tanta, mas mesmo tanta, coisa para fazer. O melhor é ir com calma. Um bom dia!

8.3.07

Em stand-by


Hoje estou assim. Em stand-by. E não é por não ter nada para fazer. Pelo contrário, coisas para fazer e prazos a cumprir não me faltam. Mas estou à espera. À espera que o telefone toque. À espera de um e-mail revelador. À espera que se faça luz. Vou ou não vou? Faço ou não as malas? Estou pendurado, é o que é...

7.3.07

O que (ainda) não fiz e gostaria de fazer

Sem pensar muito no assunto, consegui chegar a 12 coisas que (ainda) não fiz em viagem, mas que gostaria, e espero, fazer um dia. Poderia acrescentar muitas mais à lista. É um bom exercício. Aconselho.



1. Voar de balão. Pode ser nas planícies alentejanas, em Portugal, pode ser sobre os castelos do Loire, em França, pode ser nas savanas de África.



2. Assistir a um amanhecer em Angkor, Camboja



3. Assistir a um Pôr-do-sol em Ayers Rock, Austrália



4. Ganhar coragem e saltar, de uma vez por todas, num voo duplo de asa delta no Rio de Janeiro, Brasil



5. Apanhar banhos de sol e distrair as vistas na piscina do hotel Delano, Miami



6. Desfilar na Marquês de Sapucaí, Rio, uma vez na vida, ainda que fantasiado de periquito ou de crioulo louco.



7. Sentir-me esmagado ante a beleza avassaladora do glaciar Perito Moreno, Patagónia



8. Ir ao El Bulli, de Ferran Adriá, e ficar com opinião própria sobre um dos melhores restaurantes do mundo em matéria de cozinha experimental.



9. Dançar um tango com pasión em Buenos Aires, Argentina.




10. Encher os pulmões com o ar da Amazónia e concluir que nem tudo está perdido.



11. Sentir-me lost in translation no caos de Tóquio, Japão.



12. Acampar no deserto, com direito a céu estrelado e fogueira à noite.