Mostrar mensagens com a etiqueta Livros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Livros. Mostrar todas as mensagens

25.1.08

Na cabeceira


Conheço o trabalho do jornalista, mas desconheço a obra do escritor. Como me veio parar à mão sob a forma de presente, vou matar a curiosidade.
Bom fim-de-semana!

24.5.07

Leituras



Hoje, e até ao dia 10 de Junho, começa mais uma edição da Feira do Livro, em Lisboa. Desde os meus tempos de universitário que me converti a esta prática saudável - e que não perco a não ser por motivos de ausência ou de força maior.
Adoro.
Gosto de andar por ali, com ou sem companhia, e sem olhar para o relógio, a espreitar as novidades, a verificar quais são os livros do dia, os autores do momento... Enfim, nunca dou por perdido o tempo (e o dinheiro) que ali gasto. Bem pelo contrário. Regra geral, deixo para esta ocasião a compra dos títulos que vão engrossar o meu estoque de Verão, mas como ando numa fase devoradora, e estava sem nada para ler desde que acabei o último do Ian McEwan (que se lê de uma penada!), antecipei-me e comprei dois no Corte Inglès (que, aproveito para informar, está a fazer descontos nos livros).
Um deles, já estou a ler: A Herança do Vazio, da indiana Kiran Desai, que cometeu o feito de ganhar o Man Booker Prize, em 2006, com apenas 35 anos. É uma revelação para mim. Mais uma, acho eu, a juntar à já vasta galeria de escritores indianos que leio e venero. Pode ser que, um dia, uma centelha do seu talento literário passe para mim por osmose.
Eu bem que gostaria...

14.5.07

Inspiração



Ian McEwan foi-me dado de presente. Ou melhor, a possibilidade de descobrir Ian McEwan como um dos meus escritores favoritos foi-me proporcionada por alguém que, um belo dia e a propósito de nada, resolveu oferecer-me Amesterdão. De início, estranhei, demorei um pouco a render-me ao seu estilo, mas quanto mais lia, mais fascinado ficava com a sua narrativa escorreita e sem floreados. E não só. Fico maravilhado com o trabalho de pesquisa que sustenta cada uma das suas obras, um preciosismo quase digno de ourives, e que me faz acreditar piamente no neurocirurgião de Sábado ou no cenário de guerra de Expiação. Agora estou a ler Na Praia de Chesil e sei que, uma vez mais, não me decepcionarei.

15.1.07

E assim começa um novo dia...

Para começar a semana em beleza, um refrão de Vanessa da Mata para dois contos sem idade e sem certezas absolutas. Parece-me bem.


(O Príncipezinho, de Saint-Exupéry, direitos reservados)


Onde ir
Eu não sei o que vi aqui / Eu não sei para onde ir / Eu não sei por que moro ali / Eu não sei por que estou / Eu não sei para onde a gente vai / Andando pelo mundo / Eu não sei para onde o mundo vai / Neste breu vou sem rumo / Só sei que o mundo vai de lá pra cá / Andando por ali / Por acolá / Querendo ver um sol que não chega / Querendo ter alguém que não vem.


(Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, ilustração de Arthur Rackhar, direitos reservados)