
Ian McEwan foi-me dado de presente. Ou melhor, a possibilidade de descobrir Ian McEwan como um dos meus escritores favoritos foi-me proporcionada por alguém que, um belo dia e a propósito de nada, resolveu oferecer-me Amesterdão. De início, estranhei, demorei um pouco a render-me ao seu estilo, mas quanto mais lia, mais fascinado ficava com a sua narrativa escorreita e sem floreados. E não só. Fico maravilhado com o trabalho de pesquisa que sustenta cada uma das suas obras, um preciosismo quase digno de ourives, e que me faz acreditar piamente no neurocirurgião de Sábado ou no cenário de guerra de Expiação. Agora estou a ler Na Praia de Chesil e sei que, uma vez mais, não me decepcionarei.
3 comentários:
Descobri este escritor com "Jardim de Cimento" e nunca mais o larguei. Gosto muito, muito.
Não o conheço. Mas, cá entre nós, se tem o aval do meu jornalista lusitano preferido e, de repente, da Martita querida... só posso dizer: "esse cara é bom!"
Boas leituras!
;o)
Pois o meu primeiro foi "Estranha Sedução" e depois "Amsterdão" e a seguir "O Sonhador" e por aí fora.... sempre com um prazer enorme :)
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