Seja qual for o nosso desígnio em Viena, dificilmente não cruzaremos, uma vez que seja, a Stephansplatz, onde está ancorada a Catedral de São Estêvão. Num dia de sol, ficamos ofuscados pelo telhado cintilante, revestido por milhares de ladrilhos, mas será sempre a sua agulha gótica, a 137 metros de altura, a guiar-nos os passos. Foi também aqui, no coração do primeiro bairro, onde o traçado apertado das ruas é próprio de uma Viena medieval, que se fez uma tentativa pioneira de lançar uma ponte entre o passado e o futuro. A Haas Haus, curvilínea e assimétrica, surgiu em 1990 pela mão de Hans Hollein e se, de início, muitos franziram o sobrolho àquela estrutura de vidro e mármore esverdeado ― e ainda assim terão sido mais comedidos do que o arquiduque Franz Ferdinand, que, em 1912, não teve sensibilidade suficiente para entender a escassez de ornamentos da Loos Haus ―, o facto é que agora já ninguém questiona a sua presença junto à catedral e o prédio passou mesmo a contar, desde 2006, com um design hotel, o Do & Co, nos andares superiores.


4 comentários:
Ai as guloseimas da Demel...
;)
Miguel, Miguel, que nos levas pelos caminhos da perdição :)
Verdadeiros caminhos de perdição...
Uia!!!!
olhem só pelos caminhos que este moço anda???
um verdadeiro luxo...
Falarem em guloseimas? e as crianças do Darfur?e as de Guiné-Bissau? e as outras?
Vamos lá a dedicar algum tempo do pensamento, nestas perversidades da vida...ai ai ai
Ficam de castigo durante 1 semana sem comer doces! ouviram?
Uma pessoa afasta-se destas lides e volta que encontra ?
um mundo pior, um mundo egoista...
isto não pode continuar!
E esses carneirinhos amestrados que vão atrás de si? não pensam?
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